quinta-feira, 2 de setembro de 2010

MENSAGEM

ANTE O ALVO


Há muito que fazer.
Não te queixes.Trabalha

Companheiros falharam?
Prossegue e terás outros.


Não queres certos grupos?
Outras áreas te esperam.

Desilusões à vida?
Não pares.Continua.

Buscas a paz de Deus?
O serviço é o caminho.

Ante o alvo,os que seguem
É que podem chegar.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

    Reencarnação e Homossexualismo

    o contrário do que muitos possam imaginar, a posição da doutrina espírita não é de condenação ao homossexual. Aliás, a filosofia espírita não possui a característica da condenação de quaisquer atos ou posturas. Ao invés disto, estuda e compreende a origem dos problemas procurando esclarecer os indivíduos e não condená-los.
    Todas as tendências, vocações ou inclinações psicológicas não são decorrentes apenas das experiências da nossa vida atual. Nossa história é muito mais antiga e complexa do que possa parecer. Se é verdade que a gestação é uma fase extremamente importante na transmissão de energias mentais da mãe para o filho e vice-versa, se é real que nosso psiquismo se consolida através das experiências das diversas etapas infantis e juvenis, há muito além disto. Trazemos nos mais profundos arquivos do inconsciente um somatório de vivências tanto felizes como desagradáveis. Alegrias, decepções, momentos de enlevo ou traumas violentos foram por nós assimilados em vidas passadas. Construímos energias, em nós mesmos, que poderão permanecer conosco durante séculos.
    Não é possível segundo a ótica do conhecimento reencarnacionista, nos limitarmos a uma visão reducionista relativa a poucas décadas de uma existência quando temos informação que somos seres humanos que reencarnam há muitos milhares de anos.
    Não se trata de dogma de fé ou crença cega. Trata-se de documentação através de relatos de espíritos desencarnados, documentação através de processos de memória extra-cerebral na qual pessoas se recordam espontaneamente de vidas passadas e documentação obtida por terapias regressivas a vivências pretéritas. Há uma infinidade de experiências , das mais diversas ordens, que comprovam ser nosso psiquismo a resultante de uma longa caminhada.
    Assim, qualquer peculiaridade comportamental nossa, seja na esfera sexual, seja em qualquer outra esfera, necessita ser entendida pela cosmo visão espírita. A homossexualidade, portanto, não fará exceção pois trata-se de uma característica bastante expressiva e determinante de importantes repercussões individuais, familiares e sociais.
    Torna-se importante frisar que a homossexualidade não ocorre, simplesmente, pela mudança de sexo biológico de uma encarnação para a seguinte. Isto quer dizer, se uma mulher necessitar renascer como homem, ou vice-versa, este fato por si só jamais determinará qualquer comportamento na esfera da homossexualidade.
    Homem e mulher que estão harmonizados e em sintonia com sua sexualidade ao reencarnarem no sexo oposto continuarão a emitir harmoniosamente sua energia sexual. O chakra genésico que trabalha em equilíbrio expressará esta normalidade pelo veículo corporal conforme a sua fisiologia e anatomia pelas quais se expressa na nova existência física.
    A adaptação faz-se automaticamente quando não há distúrbios anteriores. A espiritualidade superior sempre nos esclarece que a reencarnação em sexo diferente do anterior não acarreta distúrbios homossexuais, e, a própria lógica nos leva a esta conclusão, pois a lei universal do renascimento visa harmonizar as criaturas e não gerar dificuldades e conflitos desnecessários.
    Conforme já comentamos em outros escritos, em nosso planeta existem apenas 2 sexos biológicos: o masculino, proveniente da união de um espermatozóide y com um óvulo, e o feminino, proveniente da união de um espermatozóide x também com um óvulo. Apesar de, em sua natureza íntima, o espírito não ter sexo, as experiências das vidas passadas determinam uma nítida polarização energética do espírito reencarnante, com características masculinas ou femininas. É verdade, também , que o espírito humano possui nas energias sexuais, um dos mecanismos de seu próprio progresso espiritual, mesmo porque são aquisições seculares, e constantemente renovadas pelas novas encarnações. Espíritos em fase evolutiva compatível com o planeta Terra possuem, normalmente, as forças sexuais inclinadas ou para a polarização masculina ou para a polarização feminina. Quem visualiza a respeitável figura de Bezerra de Menezes sempre o vê como uma figura masculina inclusive com barba etc...Da mesma forma, nas visões que podemos ter dos espíritos da falange de Maria eles são tipicamente femininos. Em nível mais periférico, e pessoal, diria que não há como confundir a figura do meu pai desencarnado com, por exemplo, da minha tia. Observamos, portanto, que os espíritos masculinos bem como os femininos expressam em suas energias a tendência sexual que lhes é natural e de conformidade com suas inclinações psíquicas.
    As peculiaridades psico-sexuais de um espírito determinam, desta forma, a sua expressão física ou sua organização biológica no que tange ao aspecto do seu corpo astral. Portanto, o corpo espiritual é reflexo de sua mente. Conforme já estudamos, ao reencarnar o espírito ligando-se ao óvulo transmite suas vibrações tipificando, automaticamente, sua polaridade sexual. Em razão desta polaridade sexual transmitida pelo corpo espiritual ao óvulo, este irá atrair o espermatozóide X (feminino) ou Y (masculino) que determinará o sexo biológico da futura encarnação. Conclui-se, por este motivo, que o sexo biológico será sempre o adequado as características psico-sexuais do espírito.
    A homossexualidade é uma dificuldade de adaptação do espírito a sua condição biológica. Neste grupo, estamos incluindo todos os indivíduos em desequilíbrio sexual com seu organismo que procuram exercer a fisiologia sexual com parceiros do mesmo sexo, em prática incompatível com a natureza que elaborou dois sexos opostos e complementares. Trata-se de um desajuste, algo a ser corrigido, amparado com respeito e tratado. Não perseguido ou discriminado mas também não encoberto sob a falsa interpretação de " uma livre opção sexual ". Não existe 3° , 4° ou outro sexo. Existem, em nosso planeta, apenas dois de polaridades opostas.
    A não discriminação do homossexual e o respeito que se deve ter para com estes irmãos não exclui, no entanto, que se trata de uma dificuldade sexual dos mesmos. Dificuldades ou desajustes emocionais (ou físicos), constituem-se sempre em uma patologia. Quando se menciona o termo patologia há, imediatamente, uma reação de determinados grupos pois logo associam à discriminação. Voltamos a insistir, o homossexual não está sendo, pela doutrina espírita, excluído, pelo contrário, compreendido e amparado. O que constitui patologia é, pois, sua inadaptação psíquica a uma realidade biológica programada para a existência atual.
    A origem do comportamento homossexual deve-se a um conflito entre a estrutura do consciente, ou organização biológica, e as regiões do inconsciente ou estruturas espirituais, em desarmonia energética. Conforme sabemos, qualquer postura mental gera núcleos de vibração nas estrutura do inconsciente. Posturas mentais, reforçadas por atitudes, intensificam esses campos de vibração. Desta forma, compreende-se que atitudes de exacerbação sexual com desvios de conduta, especialmente quando prejudicam outros indivíduos, gravam-se indelevelmente nos campos energéticos do espírito. Ao reencarnar, estes desvios energéticos, ou exacerbações da polaridade sexual, determinam conflitos psico-sexuais sérios especialmente se o espírito necessitar renascer em sexo oposto ao da encarnação anterior.
    Os conflitos entre o consciente (físico), e o inconsciente (espírito), podem ter, também, origem em vivências desta existência atual.
    Se é verdade que distúrbios das vidas anteriores podem ser determinantes de desarmonias energéticas na esfera psico-sexual, o inconsciente também registra inúmeros fatos da existência presente. Podemos dividir, didaticamente, o inconsciente em duas faixas principais: inconsciente presente e inconsciente pretérito. No inconsciente presente, ou atual, estão arquivadas as experiências desta encarnação que, por serem recentes, possuem grande influência na configuração psicológica de todos nós. O inconsciente pretérito constitui uma faixa muito mais ampla porém, em certos casos, podem ter uma expressão menos preponderante que as vivências mais recentes. Cada caso é estritamente pessoal portanto diferente de um indivíduo para outro.
    Desde o início das gestação, passando pela infância e adolescência, o espírito vivencia as mais diferentes situações na área da sexualidade. Assim como muitos problemas tem origem na vida atual, freqüentemente situações pregressas são relembradas ou reforçadas nesta vida por erros de educação, pais violentos, abandono, agressões do meio ambiente etc, que conforme as particularidades de cada psiquismo, geram ou repulsa ou identificação com o sexo oposto.
    A homossexualidade, ou inadaptação ao sexo biológico, é, portanto, decorrente de um conflito entre zonas do inconsciente (atual e ou pretérito) com as estruturas da zona consciencial. Em determinada ocasião, quando fomos convidados para proferir uma palestra sobre o tema a um grupo de adolescentes, um jovem solicitou-me uma explicação, sob o ponto de vista energético, do porquê a homossexualidade não ser normal. Surgiu-me uma idéia que na ocasião me pareceu adequada:
    - Se você olhar aquela tomada na parede, observará que há dois orifícios; por que?
    - Todo mundo sabe, uma é para o fio positivo e outro para o negativo.
    - Por que, não podem ser dois fios positivos ou dois negativos?
    - Porque a corrente para se processar necessita de pólos opostos.
    - O que aconteceria se eu colocasse só fios de polaridade igual?
    - Ou o Sr. leva um bruto choque (disse ele rindo), ou a lâmpada não vai acender.
    - Pois é isto mesmo que acontece com relação ä sexualidade. É preciso entender que também há comunhão de energia entre os parceiros. Estabelece-se um circuito fluídico-vibratório intenso entre os envolvidos. Um homem e uma mulher permutam cargas magnéticas de polarização complementar que os realimenta psiquicamente. Um casal, normalmente adaptado a sua fisiologia, ao se amar e manter relações sexuais intercambiam, intensamente, ondas de energia que ao se completarem absorvem outras, por sintonia, dos planos energéticos superiores. O próprio êxtase sexual é uma abertura magnética para a absorção destas energias que os ampara em termos de vibração psíquica. Como nas ligações homossexuais a polaridade energética não é complementar, há dificuldade em ocorrer o processo descrito. É comum nos homossexuais uma insatisfação íntima ou sensação de vazio interior por ausência da complementaridade energética nas relações, o que pode determinar conseqüências mais ou menos graves.
    Não pretendemos esgotar tema tão complexo e doloroso. Em termos de terapêutica, recomendaríamos um acompanhamento minucioso, psicológico e espiritual fosse feito aos irmãos com esta dificuldade. Tomemos por exemplo um homossexual do sexo masculino. Ao invés de buscar relações sexuais na qual desempenharia o papel inverso ao de sua fisiologia, deverá drenar estas forças para atividades compatíveis com esta energia feminina. Um erro comum, cometido por muitos pais, é matricular o garoto em aulas de boxe ou outro esporte para "machos". Tal atitude agrava as dificuldades do jovem que está a precisar de uma canalização sadia dos instintos opostos a sua morfologia. Devem ser-lhe oferecidas atividades que se afinizem com seu psiquismo. Não abafar ou reprimir, mas direcionar sob supervisão, para a arte, a música, ou até para a ciência conforme o caso.

    CENTRO ESPIRITA CAMINHOS DE LUZ/FONTE

    Máscaras

    será que nosso comportamento é sempre o mesmo diante das pessoas que convivem conosco no lar e com aquelas que convivemos vez que outra?
    Os fatos nos demonstram que assim não é.
    Mas a quem enganamos, então?
    Aos familiares ou aos outros?
    Ou será que enganamos a nós mesmos?
    A maioria de nós tem um comportamento diferente diante de pessoas diferentes. É o chamado departamento de marketing.
    Assim, considerando que o inter-relacionamento pessoal é uma arte de dissimular sentimentos, afivelamos a máscara correspondente a cada momento e variamos conforme as circunstâncias, ocasiões e pessoas com as quais nos comunicamos.
    Se queremos parecer bem para a pessoa com quem nos relacionamos, usamos a nossa aparência agradável.
    Vendemos uma imagem nem sempre verdadeira. Dissimulamos sentimentos e simulamos um comportamento de acordo com a imagem que queremos passar.
    Dessa forma, estamos prejudicando a nós mesmos, gerando conflitos íntimos, fazendo esforços para parecer quem na realidade não somos.
    Se quisermos descobrir quem somos de fato, basta que nos observemos no trato com os familiares. Em casa é que normalmente somos verdadeiros.
    É comum ouvirmos elogios a pessoas que convivem conosco, por parte de amigos, que só as encontram de vez em quando.
    Nós, por nossa vez, costumamos pensar: quem não conhece, que compre!
    Essa pessoa, querendo parecer bem, afivela a máscara da afabilidade, da doçura, e vende uma imagem falsa.
    Homens gentis, patrões educados, costumam ser pais déspotas, irados ou mudos junto aos familiares.
    Mulheres caridosas, exemplos de polidez, não raras vezes se mostram mães indiferentes, esposas nervosas, sem consciência de que quem realmente tem o direito ao afeto, são os próximos mais próximos, que se encontram sob o mesmo teto.
    Jovens sorridentes, que se desdobram em gentilezas com os amigos, tornam-se verdadeiras feras, portas adentro do lar, no convívio com pais e irmãos.
    A quem pensamos enganar?
    Será que a vida é um eterno baile de máscaras?
    E quando a nossa consciência nos cobrar fidelidade entre o pensar e o agir?
    Um dia teremos que nos despojar de todas as máscaras e nos mostrar tal qual somos, sem dissimulações.
    Por esse motivo, vale a pena começar sem demora a luta por sermos verdadeiros, fazendo com que cada vez que coloquemos a máscara da bondade, ela possa deixar em nós marcas de bondade.
    Quando usarmos a máscara da gentileza, nos deixemos influenciar por ela; quando a da fidelidade, deixemo-nos impregnar, até que, quando menos esperarmos já estaremos sendo verdadeiros, mudando a nossa paisagem íntima de forma definitiva.
    Você Sabia?
    Que estamos sempre sendo observados por uma nuvem de testemunhas?
    E que essas testemunhas são os Espíritos sem o corpo físico?
    Eles nos observam e notam nosso comportamento onde quer que estejamos.
    E você sabia que ao retornarmos à pátria verdadeira, que é o mundo dos Espíritos, não poderemos mais esconder nossos pensamentos como fazemos no plano físico?


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

OS CONDUTORES DE VEICULOS DE ARACAJU E AS "POSES DESNECESSARIAS"

Tenho muita pena dos orgãos que cuidam do trânsito em nossa capital Aracaju,por mais que eles queiram melhorar,organizar e conscientizar os condutores,nunca irão conseguir,porque dirigir mal é tipico de quem põem 'POSE MESMO QUE SEJA UM LATA VELHA'.

Tém cidadão que dirige praticamente deitado no banco,e para completar a pose besta,coloca o braço que ele acha que está banhado de ouro e vai se izibindo por aí a fora.

Vejam outro ponto que eu sempre observo,a 2ª faixa eles não usam,preferem a 1ª e quando um outro deseja ultrapassar eles não dão a preferencia e aceleram para não serem ultrapassados,esses sofrem talvez de complexo de inferioridade no minimo,quando eles não agem assim,usam outras formas desagradaveis para com o outro condutor.


domingo, 25 de julho de 2010

AMIGOS INGRATOS

Causa-te surpresa o fato de ser o teu acusador de agora, o amigo aturdido de ontem, que um dia pediu-te abrigo ao coração gentil e ora não te concede ensejo, sequer, para esclarecimentos. Despertas, espantado, ante a relação de impiedosas queixas que guardava de ti, ele que recebeu, dos teus lábios e da tua paciência, as excelentes lições de bondade e de sabedoria, com as quais cresceu emocional e culturalmente. Percebes, acabrunhado, que as tuas palavras foram, pelo teu amigo, transformadas em relhos com os quais, neste momento, te rasga as carnes da alma, ele, que sempre se refugiou no teu conforto moral. Reprocha-te a conduta, o companheiro que recebeste com carinho, sustentando-lhe a fragilidade e contornando as suas reações de temperamento agressivo. Tornou-se, de um para outro momento, dono da verdade e chama-te mentiroso. Ofereceste-lhe licor estimulante e recebes vinagre de volta. Doaste-lhe coragem para a luta, e retribui-te com o desânimo para que fracasses. Ele pretende as estrelas e empurra-te para o pântano. Repleta-se de amor e descarrega bílis na tua memória, ameaçando-te sem palavras. Não te desalentes! O mundo é impermanente. O afeto de hoje torna-se o adversário de amanhã. As mãos que perfumas e beijas, serão, talvez, as que te esbofetearão, carregadas de urze. Há mais crucificadores do que solidários na via de redenção. Esquecem-se, os homens, do bem recebido, transformando-se em cobradores cruéis, sem possuírem qualquer crédito. Talvez o teu amigo te inveje a paz, a irrestrita confiança em Deus, e, por isto, quer perturbar-te. Persevera, tranqüilo! Ele e isto, esta provação, passarão logo, menos o que és, o que faças. Se erraste, e ele te azorraga, alegra-te, e resgata o teu equívoco. Se estás inocente, credita-lhe as tuas dores atuais, que te aprimoram e te aproximam de Deus. Não lhe guardes rancor. Recorda que foi umamigo quem traiu e acusou Jesus; outro amigo negou-o, três vezes consecutivas, e os demais amigos fugiram dele. Quase todos O abandonaram e O censuraram, tributando-Lhe a responsabilidade pelo medo e pelas dores que passaram a experimentar. Todavia, Ele não os censurou, não os abandonou e voltou a buscá-los, inspirá-los e conduzi-los de volta ao reino de Deus, por amá-los em demasia. Assim, não te permitas afligir, nem perturbar pelas acusações do teu amigo, que está enfermo e não sabe, porque a ingratidão, a impiedade e a indiferença são psicopatologias muito graves no organismo social e humano da Terra dos nossos dias.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

COMO SURGEM AS DOENÇAS?

Escrito por Edvaldo Kulcheski
Será que, ao nos sintonizarmos com energias e atitudes negativas, não estamos abrindo caminho para ficarmos doentes?

No livro Mãos de Luz, a curadora norte-americana Barbara Ann Brennan apresenta um raciocínio muito interessante: “Toda doença é uma mensagem direta dirigida a você, dizendo-lhe que não tem amado quem você é e nem se tratado com carinho, a fim de ser quem você é”. De fato, todas as vezes que nosso corpo apresentar alguma “doença”, isto deve ser tomado como um sinal de que alguma coisa não está bem.

A doença não é uma causa, é uma conseqüência proveniente das energias negativas que circulam por nossos organismos espiritual e material. O controle das energias é feito através dos pensamentos e dos sentimentos, portanto, possuimos energias que nos causam doenças porque somos indisciplinados mentalmente e emocionalmente. Em Nos Domínios da Mediunidade, André Luiz explica que “assim como o corpo físico pode ingerir alimentos venenosos que lhe intoxicam os tecidos, também o organismo perispiritual absorve elementos que lhe degradam, com reflexos sobre as células materiais”.

Permanentemente, recebemos energia vital que vem do cosmo, da alimentação, da respiração e da irradiação das outras pessoas e para elas imprimimos a energia gerada por nós mesmos. Assim, somos responsáveis por emitir boas ou más energias às outras pessoas. A energia que irradiamos aos outros estará impregnada com nossa carga energética, isto é, carregada das energias de nossos pensamentos e de nossos sentimentos, sendo necessário que vigiemos o que pensamos e sentimos.

Tipos de doenças

Podemos classificar as doenças em três tipos: físicas, espirituais e atraídas ou simbióticas. As doenças físicas são distúrbios provocados por algum acidente, excesso de esforço ou exagero alimentar, entre outros, que fazem um ou mais órgãos não funcionarem como deveriam, criando uma indisposição orgânica.

As doenças espirituais são aquelas provenientes de nossas vibrações. O acúmulo de energias nocivas em nosso perispírito gera a auto-intoxicação fluídica. Quando estas energias descem para o organismo físico, criam um campo energético propício para a instalação de doenças que afetam todos os órgãos vitais, como coração, fígado, pulmões, estômago etc., arrastando um corolário de sofrimentos.

As energias nocivas que provocam as doenças espirituais podem ser oriundas de reencarnações anteriores, que se mantém no perispírito enfermo enquanto não são drenadas. Em cada reencarnação, já ao nascer ou até mesmo na vida intra-uterina, podemos trazer os efeitos das energias nocivas presentes em nosso perispírito, que se agravam à medida que acumulamos mais energia negativa na reencarnação atual. Enquanto persistirem as energias nocivas no perispírito, a cura não se completará.

Já as doenças atraídas ou simbióticas são aquelas que chegam por meio de uma sintonia com fluidos negativos. O que uma criatura colérica vibrando sempre maldades e pestilências pode atrair senão as mesmas coisas? Essa atração gera uma simbiose energética que, pela via fluídica, causa a percepção da doença que está afetando o organismo do espírito que está imantado energeticamente na pessoa, provocando a sensação de que a doença está nela, pois passa a sentir todos os sintomas que o espírito sente. Aí, a pessoa vai ao médico e este nada encontra.

André Luiz afirma que “se a mente encarnada não conseguiu ainda disciplinar e dominar suas emoções e alimenta paixões (ódio, inveja, idéias de vingança), ela entrará em sintonia com os irmãos do plano espiritual, que emitirão fluidos maléficos para impregnar o perispírito do encarnado, intoxicando-o com essas emissões mentais e podendo levá-lo até à doença”.

O surgimento das doenças

A cada pensamento, emoção, sensação ou sentimento negativo, o perispírito imediatamente adquire uma forma mais densa e sua cor fica mais escura, por causa da absorção de energias nocivas. Durante os momentos de indisciplina, o homem mobiliza e atrai fluidos primários e grosseiros, os quais se convertem em um resíduo denso e tóxico.

Devido à densidade, estas energias nocivas não conseguem descer de imediato ao corpo físico e vão se acumulando no perispírito. Com o passar do tempo, as cargas energéticas nocivas que não forem dissolvidas ou não descerem ao corpo físico formam manchas e placas que aderem à superfície do perispírito, comprometendo seu funcionamento e se agravando quando a carga deletéria acumulada é aumentada com desatinos da existência atual.

Em seus tratados didáticos, a medicina explica que, no organismo do homem, desde seu nascimento físico, existem micróbios, bacilos, vírus e bactérias capazes de produzirem várias doenças humanas. Graças à quantidade ínfima de cada tipo de vida microscópica existente, eles não causam incômodos, doenças ou afecções mórbidas, pois ficam impedidos de terem uma proliferação além da “cota -mínima” que o corpo humano pode suportar sem adoecer. No entanto, quando esses germes ultrapassam o limite de segurança biológica fixado pela sabedoria da natureza, motivados pela presença de energias nocivas no corpo físico, eles se proliferam e destroem os tecidos de seu próprio “hospedeiro”.

Partindo das estruturas energéticas do perispírito na direção do corpo, em ondas sucessivas, essas radiações nocivas criam áreas específicas nas quais podem se instalar ou se desenvolver as vidas microscópicas encarregadas de produzir os fenômenos compatíveis com os quadros das necessidades morais para o indivíduo. Elas se alimentam destas energias nocivas que chegam ao físico, conseguindo se multiplicar mais rapidamente e, em conseqüência, causando as doenças.

A recuperação do espírito enfermo só poderá ser conseguida mediante a eliminação da carga tóxica que está impregnada em seu perispírito. Embora o pecador já arrependido esteja disposto a uma reação construtiva no sentido de se purificar, ele não pode se subtrair dos imperativos da Lei de Causa e Efeito. Para cada atitude corresponde um efeito de idêntica expressão, impondo uma retificação de aprimoramento na mesma proporção, ou seja, a pessoa tem que dispender um esforço para repor as energias positivas da mesma maneira que dispende esforços para produzir as energias negativas que se acumulam em seu perispírito.

 Eliminando as energias tóxicas

Assim, como decorrência de tal determinismo, o corpo físico que veste agora ou outro, em reencarnação futura, terá de ser justamente o dreno ou a válvula de escape para expurgar os fluidos deletérios que o intoxicam e impedem de firmar sua marcha na estrada da evolução. Durante a purificação perispiritual, as toxinas psíquicas convergem para os tecidos, orgãos ou regiões do corpo, provocando disfunções orgânicas que conhecemos como doença.

Quando o espírito não consegue expurgar todo o conteúdo venenoso de seu perispírito durante a existência física, ele desperta no além sobrecarregado de energia primária, densa e hostil. Em tal caso, devido à própria “lei dos pesos específicos”, ele pode cair nas zonas umbralinas pantanosas, onde é submetido à terapêutica obrigatória de purgação no lodo absorvente. Assim, pouco a pouco vai se libertando das excrescências, nódoas, venenos e “crostas fluídicas” que nasceram em seu tecido perispiritual por efeito de seus atos de indisciplina vividos na matéria.

Os charcos pantanosos do umbral inferior são do mesmo nível vibratório das manchas e placas, por isso servem para drenar essas energias nocivas. Embora sofram muito nesses locais, isso os alivia da carga tóxica acumulada na Terra, assim como seu psiquismo enfermo, depois de sofrer pela dor cruciante, desperta e se corrige para viver existências futuras mais educativas ou menos animalizadas.

Os espíritos socorristas só retiram dos charcos purgatoriais os “pecadores” que já estão em condições de uma permanência suportável nos postos e colônias de recuperação perispiritual adjacentes à crosta terrestre. Cada um tem certo limite que pode agüentar em meio a estes charcos, então eles são resgatados mesmo que ainda não tenham expurgado todas as placas, reencarnando em corpos onde permanecerão expurgando e drenando essas energias através das doenças que se manifestarão no corpo físico.

Ajuda da medicina

A doutrina espírita não prega o conformismo, por isso é lícito procurar a medicina terrena, que pode aliviar muito e curar onde for permitido. Se a misericórdia divina colocou os medicamentos ao nosso alcance é porque podemos e devemos utilizá-los para combater as energias nocivas que migraram do perispírito para o corpo físico, mas não devemos esquecer que os medicamentos alopáticos combatem somente os efeitos da doença.

Isto quer dizer que, quando as doenças estão presentes no corpo físico, devemos combatê-la, buscar alívio. Muitas vezes, estas doenças exigem tratamentos prolongados, outras vezes necessitamos até de cirurgia, mas tudo faz parte da “Lei de Causa e Efeito”, que tenta despertar para uma reforma moral através deste processo doloroso. Qualquer medida profilática em relação às doenças tem que se iniciar na conduta mental, exteriorizando-se na ação moral que reflete o velho conceito latino: mens sana in corpore sano.

Estados de indisciplina são os maiores responsáveis pela convocação de energias primárias e daninhas que adoecem o homem pelas reações de seu perispírito contra o corpo físico. Sentimentos como orgulho, avareza, ciúme, vaidade, inveja, calúnia, ódio, vingança, luxúria, cólera, maledicência, intolerância, hipocrisia, amargura, tristeza, amor-próprio ofendido, fanatismo religioso, bem como as conseqüências nefastas das paixões ilícitas ou dos vícios perniciosos, são também geradores das energias nocivas.

Ou seja, a causa das doenças está na própria leviandade no trato com a vida. Analisando criteriosamente o comportamento, ver-se-á que os males que atormentam as pessoas persistirão enquanto não forem destruidas as causas. Portanto, soluções superficiais são enganosas. É preciso lutar contra todas as aflições, mas jamais de forma milagrosa. Procuremos sempre pensar e agir dentro dos ensinamentos cristãos, a fim de alcançarmos a cura integral.

CARMA:PUNIÇAO OU REEQUILIBRIO?

Nós sabemos o que seja carma (ou karma)? Por que, parece, que carma virou explicação para todo problema, toda situação triste ou infeliz na vida das pessoas. Mas quem é esse tal de carma? De onde ele vem?

Inicialmente, é importante entender, que não devemos nos prender demais ao conceito de carma (karma, em sanscrito).
Quando se usa o termo carma, há uma conotação de fatalidade, enquanto que a Doutrina enfatiza a possibilidade de minimizar ou até eliminar as ocorrências de sofrimento, mediante uma ação positiva no bem.
Carma, meus irmãos, ao invés de ser um castigo como muitos pensam, é sinônimo de reequilíbrio.

E a vida material é a maravilhosa e insubstituível escola que possibilita que aprendamos e tomemos consciência das nossas atitudes erradas nesta e em vidas pretéritas.
Mas como é que o carma aparece? Do nada? Em um passe de mágica? Não! O Princípio do Livre Arbítrio dá ao homem o direito de escolher seus caminhos, de ser o autor de sua história, o construtor do seu destino. Entretanto, o Princípio de Causa e Efeito, Plantação e Colheita, torna o homem refém de seus atos, das suas escolhas.

Nós construímos nosso carma, no exercício do nosso livre arbítrio, na escolha de nossas opções. E optar, não é o que sempre estamos fazendo? Ajudo ou prejudico? Cuido da minha saúde ou me vicio em drogas? Sou amigo ou inimigo? Prego a paz ou fico criando intrigas? Elogio ou critico? Trabalho ou fico ocioso? Construo ou quebro? São as nossas escolhas! Nossas decisões!
Nós, meus queridos irmãos, somos os únicos responsáveis pela escolha do nosso caminho. O problema, é que, após a escolha, temos que trilhar pelo caminho escolhido!

Útil, não é necessariamente aquele que quando está na erraticidade, solicita reencarnar como um deficiente, para purgar atitudes equivocadas. Muito mais importante é aquele que procura, quando está encarnado, adquirir condições para, na próxima vez, reencarnar perfeito, para auxiliar, construtivamente, os seus irmãos.

A expiação, muitas vezes, por conta de uma visão distorcida, soa como castigo divino. Mas, nós, espíritas, sabemos e devemos demonstrar pelo exemplo, que as deformidades físicas não estão punindo, mas eliminando as deformidades perispirituais, que causamos anteriormente.
Podemos atenuar, ou mesmo eliminar, as situações cármicas? Sim, por atos de amor.
Cabe a nós demonstrarmos “que o amor cobre uma multidão de pecados”. As pessoas quando enfrentam uma situação difícil, seja ela física, financeira ou psicológica e que não sabem, não conseguem, nem desejam modificá-la, enfrentando-a, costumam dizer:
– Não posso mudar. É meu carma. Eu sou assim! É a anestesia da consciência! É o famoso complexo de Gabriela! Sabem aquela música? Eu nasci assim, eu cresci assim, eu vivi assim... E com isso, tenta esquecer que a sua obrigação é mudar! É progredir!

Dentro desta verdade divina, não existe o perdão de Deus, pois recebemos segundo o que obrarmos, ou seja, segundo o que fizermos. Deus não nos criou para nos punir! Deus é amor... e o Carma não é punição Divina: é conseqüência retificadora.
Considerando que a Lei de Causa e Efeito, é uma Lei Divina, e que as Leis Divinas foram escritas por Deus, conclui-se que: “Na natureza não há prêmios ou castigos. Há conseqüências”!
A falsa noção de carma inflexível, nos conduz a dois grandes erros. Um é que o Espiritismo, prega ou endossa a necessidade da dor; isto não é verdade.

A dor só seria uma necessidade, se o Espiritismo pregasse que todos deveríamos ser um grupo de masoquistas! O que a Doutrina dos Espíritos demonstra com clareza, é a utilidade da dor, quando persistimos no egoísmo, no orgulho, na vaidade e demais defeitos lesivos à comunhão de solidariedade com os semelhantes. A dor não é uma criação divina. A dor é criação de quem sofre!
O outro erro é a crença de que a Doutrina Espírita, aconselha o conformismo diante da “má sorte”; isto também não é correto; o que ela ensina é a resignação, atitude bastante diferente, adequada para nos fazer aceitar sem desespero aquilo que não podemos mudar.

Compreendamos, o carma como espécie de conta corrente das ações que praticamos no Banco deste mundo, onde há séculos caminhamos endividados, cadastrados no SPC da vida, pela constante emissão de cheques sem os necessários fundos de bondade, caridade, amor, etc... Resgatemos nosso débito, limpemos o nosso nome no SPC, emitindo cheques com a devida provisão de fundos e isso é possível, através da prestação de serviços de caridade ao próximo, e estejamos convencidos de que, dessa forma, tanto economizaremos lágrimas, como conquistaremos um bom saldo de felicidade!
“Aquele que muito amou foi perdoado, não aquele que muito sofreu.” O amor é que cobriu, isto é, resgatou a multidão de pecados, não a punição ou o castigo.
Transformar ações, amando, é alterar nosso carma para melhor, atraindo pessoas e situações harmoniosas para junto da gente. É, em última instância, a nossa indispensável e indelegável reforma íntima!
Nós decidimos, nós plantamos e nós colhemos!
Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações. Se queremos mais amor no mundo, criemos mais amor no nosso coração.

Se queremos mais tolerância das pessoas, sejamos mais tolerantes.
Se queremos mais alegria no mundo, sejamos mais alegres.
Nossa vida não é uma sucessão de coincidências, de acasos, nossa vida é a simples conseqüência de nós mesmos!!!

"Faze aos outros todo o bem que queres que façam a ti" este foi o conselho que o grande mestre JESUS nos deixou e devemos adotar como norma de vida,que DEUS ilumine a todos hoje,amanhã e sempre.